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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Estive presente ontem (8) na Câmara dos Deputados para prestigiar o livro que registra a vida política do parlamentar Arthur Virgílio Filho, já falecido e com uma vida pública que orgulha a todos do Amazonas.

O livro com texto e organização do grande jornalista Mário Adolfo aborda, além da atividade política de Arthur Virgílio Filho, passagens da juventude de Manaus nos anos 80.

Arthur Virgílio Filho foi Deputado Federal e Senador pelo PTB/Amazonas. Em seus discursos defendia com veemência e propriedade a base do governo Jango. Foi um grande parlamentar do Amazonas.

Parabéns a Mário Adolfo. A obra permite conhecer a história recente do Amazonas e do golpe militar de 64.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Zona Franca vence batalha

Aprovada em 1º turno PEC que prorroga Zona Franca de Manaus até 2073

Benefícios fiscais são prorrogados por 50 anos, contados de 2023.

A proposta de prorrogação por 50 anos da Zona Franca de Manaus foi aprovada ontem (19) no Plenário da Câmara Federal. Depois de tanta discussão, disputa política regional e de erros cometidos pela relatoria que tratava da proposta da Presidenta da República. Tivemos no dia de ontem a primeira vitória pela prorrogação.

364 deputados votaram favoravelmente. É bom lembrar que esta é a primeira grande batalha vencida, teremos outras. A matéria virá para o Senado da República. Precisamos manter a mobilização e um debate de alto nível em defesa da nossa Zona Franca. Esta vitória é do nosso governo, da Presidenta Dilma, da base aliada e principalmente do povo amazonense que trabalha e desenvolve o Amazonas.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Aplauso ao MST

Um aplauso de reconhecimento a experiência do MST que esta semana realiza seu 6° Congresso Nacional do MST e ainda celebra os 30 anos de luta e resistência do movimento.
O movimento que vem defendendo há tanto anos sua autonomia e a reforma agrária como um dos principais movimentos populares brasileiros. Trata-se de movimento legítimo que representa parte de um Brasil esquecido e desamparado. O movimento merece esse aplauso e muito mais!

Abaixo o artigo publicado no jornal O Globo do colunista Alexandre Conceição:

Reforma agrária popular é urgente

A realização do 6° Congresso Nacional do MST, esta semana, em Brasília, coincide com a celebração dos 30 anos de luta e resistência do movimento.

Nessas três décadas, através da luta organizada, mais de 350 mil famílias conquistaram o direito de plantar e produzir alimentos. Temos orgulho de ter alfabetizado mais de 50 mil pessoas, juntamente com a defesa intransigente para a permanência das escolas do campo. Transformando o campo em um lugar digno, acreditamos que contribuímos para transformar também a desigual sociedade brasileira, combatendo a fome e a miséria.

Porém, novos desafios se colocam para a agricultura brasileira. A hegemonia de empresas transnacionais, associadas ao capital financeiro, não apenas tem desnacionalizado a propriedade da terra e das empresas agrícolas, como altera significativamente a configuração do meio rural.

A perversidade deste modelo chamado de “agronegócio” está no abandono da produção de alimentos, utilizando os bens da natureza para a produção de combustíveis e celulose. De 1990 para 2011, por exemplo, as áreas plantadas com alimentos como o arroz, feijão, mandioca e trigo declinaram, respectivamente, 31%, 26%, 11% e 35%. Já as áreas plantadas de cana e soja, aumentaram 122% e 107%. O impacto disso se reflete no aumento da importação de alimentos — nossos feijão e arroz vêm da China.

O agronegócio traz ainda enormes contradições e consequências à sociedade brasileira: a produção em monocultura e em larga escala destrói a biodiversidade e a vegetação local, pois sua matriz produtiva se baseia no uso intensivo de agrotóxico. O Brasil é hoje o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, tendo duas dezenas de produtos proibidos na União Europeia.

Com isso, muda-se também a luta pela terra. Se a produção de alimentos não é a prioridade da agricultura, perde-se a perspectiva da reforma agrária clássica, que consistia na democratização da terra, com a criação de um mercado interno, e na redução do custo de vida nas cidades, estimulando o desenvolvimento industrial.

Por isso, nosso 6º Congresso apresentará para a sociedade brasileira um Programa Agrário, defendendo a realização de uma Reforma Agrária Popular. Um programa não apenas para os camponeses, mas como uma alternativa aos problemas estruturais do campo e de toda a sociedade brasileira, visando a transformar a agricultura e colocá-la a serviço de toda população.

A Reforma Agrária Popular consiste na democratização da terra, prioriza a produção de alimentos saudáveis, através da agroecologia, procura desenvolver sistemas de agroindústrias no campo e sob o controle dos camponeses. Isso possibilita agregar valor aos produtos, gerando mais renda e novos postos de trabalho, sobretudo à juventude. Ainda, busca garantir condições e direitos básicos, como saúde, educação, acesso a tecnologias, cultura e lazer a toda a população do campo.

Para isso, conclamamos toda sociedade brasileira para lutar, construir a reforma agrária popular.

O artigo acima foi publicado no jornal O Globo: http://oglobo.globo.com/opiniao/reforma-agraria-popular-urgente-11565408

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Nossos Ministros

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Entrevista para "A Crítica"

Presidente do PT-AM critica gestão Artur Neto e minimiza José Melo nas eleições de 2014

Em entrevista ao A CRÍTICA, João Pedro afirma que a prioridade do partido em 2014 é a reeleição da presidente Dilma Rousseff e a duplicação das bancadas da sigla na ALE-AM e na Câmara de Deputados

João Pedro fala sobre alianças, projetos e planos políticos para o próximo ano
João Pedro fala sobre alianças, projetos e planos políticos para o próximo ano (Evandro Seixas)
Prestes a encerrar o seu mandato de presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), João Pedro afirma que se dedicará a dois projetos em 2014: a reeleição da Presidente da República Dilma Rousseff e sua candidatura a uma vaga de deputado federal.
Na entrevista que concedeu para A CRÍTICA, o presidente do PT diz que não está satisfeito com a atual bancada do Amazonas no Congresso Nacional. Por isso será candidato. O petista também faz críticas à administração tucana em Manaus. “O Artur ainda não enfrentou as questões estruturantes”, disse.
Para João Pedro, o Pros terá papel secundário no projeto nacional do PT de reeleger Dilma Rousseff. Por isso, nem conta com o partido comandado pelo vice-governador José Melo como uma aliança possível para 2014. “Eu acho muito difícil o PT ter relação com o Pros (aqui no Amazonas). O quê que é o Pros?”, indaga o petista. A seguir, trechos da entrevista.

Como o partido se prepara para as eleições de 2014?
Temos uma agenda grande em 2014: a reeleição da presidente Dilma (Rousseff) e a eleição estadual, que tem que fortalecer o projeto para aumentar o número de deputados estaduais. Temos dois deputados estaduais, queremos dobrar isso. Temos o companheiro Praciano como deputado federal, por que não dobrar também? O processo eleitoral de 2014 ainda está indefinido até agora, mas sabemos da importância do PT nele. Primeiro que o partido tem credibilidade, é o partido da presidente Dilma e do presidente Lula. Tem um bom tempo de rádio e televisão, e está organizado no Estado todo.  Não descarto discutirmos composição majoritária.

Como?
O PT pode discutir o (candidato para o) Senado, o candidato a vice-governador. Praticamente não temos uma candidatura para o Governo do Amazonas. Não preparamos uma candidatura. Mas podemos discutir essa composição de vice e para o Senado. Não descarto isso. Podemos fazer um bom debate sobre essa composição. Mas isso vai se dá mesmo na virada do ano e no início de 2014.

E as alianças?
O que o PT tem é uma linha com o PMDB. Na verdade temos uma base grande de 12 partidos. A novidade é a saída do PSB. Esse é um quadro novo. Mas é uma base ampla. Onde não tem nenhuma definição. Acho que para fevereiro ou março (de 2014) o cenário estará mais definitivo.

O Pros é uma possibilidade de aliança?
Não temos nenhuma relação com o Pros. Zero. É um partido novo, com lideranças nacionais falando de apoio à Dilma. Eu acho muito difícil o PT ter relação com o Pros (no Amazonas). O quê que é o Pros? Não vamos brincar de eleições. Se é verdade que não temos candidatura no Estado, é verdade que temos candidatura com a Dilma. Não estamos brincando. Se não temos candidatura do PT para o Estado, vamos colocar o partido para fortalecer o projeto nacional, o principal projeto nosso. O Pros foi articulado agora. Em cima da hora. Temos uma relação com o Omar, com o PSD, com o PMDB. O Pros joga um papel importante, mas secundário.

O PT vai articular a 1ª suplência de Omar Aziz para o Senado?
O PT tem que discutir o quadro majoritário. Vejo a candidatura a vice-governador mais importante que uma suplência. Mas não descarto nem a própria vaga para o Senado. De repente Omar não sai, por que não o PT disputar? Mas se tiver que discutir a suplência, está valendo. Eu fui suplente do Alfredo (Nascimento) e fiquei cinco anos no Senado. Mas temos que olhar a prioridade das prioridades.

Qual a importância do Amazonino Mendes no processo eleitoral de 2014?
O PT nunca teve uma história de relação com o Amazonino.

O PT comandou duas secretarias na gestão dele na Prefeitura de Manaus?
Algumas pessoas apareceram na gestão. Mas a relação é diferente com o PMDB, de relação política. Com o Amazonino nunca houve. Como ele virou prefeito, ele se aproximou do presidente Lula porque foi para o PTB. Mas começou a ter mais relação com Brasília do que conosco. E parece que ele nunca teve interesse em ter relação com as lideranças do PT aqui no Estado. Mas ele compõe a base. É do PDT. Tem influência no Estado. Penso que ele agrega. Tem força. Mas é um político conservador. Na minha opinião, ele é ultrapassado como gestor. Como prefeito fez uma gestão medíocre. Agora dizer que morreu e não tem voto, não. Ele nem morreu e nem deixou de ter voto.

E a gestão de Artur Neto?
O Artur é prefeito após uma gestão desastrosa, que nada fez. O Artur está jogando asfalto nas ruas do Centro e ganha repercussão por conta disso. Para mim é muito pouco, por conta dos recursos que a cidade tem e da geopolítica que joga a capital. Para mim ele está concluindo um ano e faz muito pouco. Principalmente pelo Centro. Manaus continua sem água. Então, as questões estruturantes o Artur ainda não enfrentou. Agora ele consegue ser melhor que o Amazonino? Consegue. Porque não poderia ser pior.

O senhor será candidato?
Coloco-me na condição de pré-candidato a deputado federal. Estou muito determinado para isso. Nós precisamos ter mais uma vaga do PT. Mas isso não é fácil porque a eleição está muito marcada pelo poder econômico. Eu pretendo disputar a eleição mostrando a minha vida pública. Quero ganhar um tênis do Papai Noel nesse ano e percorrer todo o Amazonas.

O Praciano tem interesse em disputar o Senado. O que o senhor acha?
Ele tem potencial. É um nome já testado. Tem condição de disputar. Vamos conversar com ele. Ele está disponível. Mas no PT tem que discutir todo mundo. Todas as correntes e lideranças. Com o Praciano candidato ao Senado ou não, eu sou candidato.

O senhor está satisfeito com a representação do Amazonas no Congresso?
Claro que não. Vou para a disputa. A sociedade tem que avaliar. Nós temos uma representação no Congresso Nacional? É isso mesmo? O Amazonas, agora em 2012, ficou mais de 100 dias sem um deputado federal. Houve uma vacância e ficamos mais de 100 dias. Um absurdo. Uma vergonha. Quem assumiria ficou dizendo que não queria. O Estado fica sem representação e a luta lá é muito desigual.

Como o senhor avalia o movimento do PSD e do Pros de isolar o PMDB no Amazonas?
Tem um movimento muito rasteiro, baixo nisso. O PT não tem que entrar nisso. Temos que buscar o melhor na política. Eu não entro nesse tipo de articulação. Esse tipo de movimentação é pequena, sacana.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Valor Econômico: Bolsa Família e a revolução silenciosa no Brasil


No Valor Econômico de hoje (30), Deborah Wetzel faz análise da revolução silenciosa que o Bolsa Família fez no Brasil. Segundo Deborah, o Bolsa Família foi a chave para diminuir mais da metade da pobreza no país:

Por décadas e até mesmo séculos, a desigualdade e a pobreza têm caminhado juntas no Brasil, resultado de modelos de crescimento não inclusivos e políticas sociais regressivas. Na segunda metade do século XX, o país esteve entre os de condições mais desiguais no mundo, razão pela qual economistas criaram expressões como "Belíndia - uma sociedade com a prosperidade do tamanho da pequena Bélgica cercado por um mar de pobreza indiana". Por muitos anos, os 60% mais miseráveis da população detinham apenas 4% da riqueza, enquanto os 20% mais abastados detinham em média 58% dela. - Deborah Wetzel


Matéria completa para assinantes em: http://www.valor.com.br/opiniao/3321360/bolsa-familia-e-revolucao-silenciosa-no-brasil#ixzz2jF8ZVIRy


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Manaus 344


Fotos de Manaus do site viajeaqui.abril.com.br:



quarta-feira, 16 de outubro de 2013

161 anos de Parintins

Foto: www.portalamazonia.com.br
Parintins, cidade que guarda muitas histórias, que contribui, principalmente, para o debate sobre a cultura no estado do Amazonas e no país. Garantido e Caprichoso expressam a riqueza e a criatividade permanente de nossos artistas e do nosso povo.
Parintins de mais de cem mil habitantes é sem dúvida uma cidade agradável, alegre e inteligente. Lembro aqui, na passagem de seu aniversário, do grande historiador, que foi Tonzinho Saunier, poeta que transmitiu toda a sensibilidade de uma cidade.
Parintins, uma ilha banhada pela água doce e abundante do Rio Amazonas.
Cidade que é decantada e amada pelos seus filhos, que mesmo na distância não esquecem suas ruas, suas curvas, suas histórias, e a sua maneira singela de viver o dia-a-dia.


“Meia-noite... todos ouviram 12 badaladas ensurdecedoras, vindas de cima da serra, cujos ecos se perdiam na vastidão das matas, vindas talvez ou certamente de um sino de bronze de proporções gigantesca”
 - Tonzinho Saunier


Parabéns a todos os parintinenses que lá vivem.
Foto: culturadoam.blogspot.com

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Violência contra a mulher

Está na capa do 'A Crítica' de hoje e também no cotidiano de muitas mulheres. A violência contra a mulher está presente na nossa sociedade, infelizmente. A ONU indica que a violência contra as mulheres assume muitas formas – física, sexual, psicológica e econômica. Alguns tipos de violência, como o tráfico de mulheres, cruzam as fronteiras nacionais.

Capa jornal A Crítica - 08/out/2013
"As mulheres que experimentam a violência sofrem uma série de problemas de saúde, e sua
capacidade de participar da vida púbica diminui. A violência contra as mulheres prejudica as famílias e comunidades de todas as gerações e reforça outros tipos de violência predominantes na sociedade."
- ONU

A violência é constantemente fortalecida pela cultura de discriminação da mulher na sociedade. Segundo dados da ONU, cerca de 70% das mulheres sofrem algum tipo de violência no decorrer de sua vida. De acordo com dados do Banco Mundial, mulheres de 15 a 44 anos correm mais risco de sofrer estupro e violência doméstica do que câncer, acidentes de carro, guerra e malária.

Muito da cultura da violência decorre também do processo histórico de impunidade presente nos casos. A Lei nº 11.340, assinada pelo Presidente Lula em agosto de 2006, Lei Maria da Penha, pretende coibir a violência contra a mulher. A sociedade civil organizada se mobilizou por muitos anos para que pudesse dispor de um instrumento legal que fizesse o Estado brasileiro se empenhar no processo de combate à violência doméstica e familiar contra a mulher.

"A lei Maria da Penha começa a dar resultados. Eu acho que nós estamos vencendo, mas falta muito. Falta a consolidação de uma rede (de proteção à mulher) e falta a mudança de mentalidade (de que os homens não têm direito de agredir as mulheres)", afirmou à BBC Brasil a ministra da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, Eleonora Menicucci.

Falta muito, mas o processo já foi iniciado. Agora precisamos vencer nossas principais barreiras, a impunidade, a falta de mecanismos que protejam e ofereçam suporte às mulheres inseridas nesse contexto, mas principalmente falta desejarmos erradicar a cultura machista.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Semana de Mobilização Indígena

Hoje a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) realizou audiência pública sobre os 25 anos de promulgação da Constituição Cidadã. Foram discutidas as conquistas dos povos indígenas e as tentativas de retrocesso. Entre as representações presentes estiveram a coordenadora-executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Sônia Boni dos Santos; Cleber César Buzatto, Secretário Executivo do Conselho Indigenista Missionário; o Coordenador Nacional das Comunidades Quilombolas (Conaq), Denildo Rodrigues; e a presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Maria Augusta Boulitreau Assirati.

O debate também complementa a ação da semana de Mobilização Nacional Indígena, que convocada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) convida os povos indígenas a defender as conquistas da Constituição de 1988, que no próximo dia 5 de outubro completa 25 anos.

- "Essa semana as vozes se juntam... É hora de somar, é hora de dar as mãos."
- "Constrangedor é o que a bancada ruralista está fazendo com os direitos indígenas".
- "A natureza é nossa mãe e mãe se cuida, mãe se defende, mãe se protege".
Sônia dos Santos

Essas foram algumas das falas da coordenadora da Apib, Sônia dos Santos ou Sônia Guajajara, como é conhecida na comunidade indígena. Sônia fez crítica pontual em sua fala contra os retrocessos que alguns dos setores desenvolvimentistas do Brasil tentam impor à comunidade indígena.

Danilo Rodrigues da Conaq lembrou que dos vinte e quatro (24) projetos de lei que tramitam no Congresso, relativos aos quilombolas, vinte (20) tem como objetivo cessar direitos sobre terras quilombolas e apenas quatro (4) mantêm os direitos conquistados.

- "Nós não fomos convidados, fomos arrastados pelo Estado Brasileiro para cá e já que estamos aqui... que nos respeitem, pois também ajudamos a construir o Brasil".
- "Quando a gente vem a essa casa não vem pedir, vem exigir que se cumpra aquilo que está na constituição"
Danilo Rodrigues
O movimento indígena tem que ter uma agenda para discutir os direitos conquistados e avançar para ampliar esses direitos. Lamentavelmente a história registra que a elite econômica agrária e política sempre esteve contra os negros e índios deste país.

Nesse sentido, manter a essa agenda de articulação com partidos e entidades da sociedade civil, que apoiam o movimento, está na ordem do dia.

Parabéns a todas as entidades presentes no debate!

#MobilizaçãoIndígena #pelodireitoindígena

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Sobre a BR-319