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sexta-feira, 25 de abril de 2014

João Pedro é entrevistado pela Rádio Voxi FM Manaus

João Pedro participou hoje pela manhã do Programa Painel de Notícias da Rádio Voxi FM Manaus.
O programa conta a apresentação de Jucem Rodrigues e vai ao ar de segunda a sexta, das 08h as 9h30min da manhã.
João Pedro respondeu perguntas ao vivo dos ouvintes do Programa.
A rádio funciona 24 horas na frequência 87,9 e pode ser ouvida também pela Internet no portal: http://www.voxifm.com.br/site/.
 
João Pedro e o apresentador Jucem Rodrigues
 
A Rádio Voxi pode ser ouvida na frequência 87,9 em Manaus.
 
Nota da Assessoria

quinta-feira, 20 de março de 2014

Zona Franca vence batalha

Aprovada em 1º turno PEC que prorroga Zona Franca de Manaus até 2073

Benefícios fiscais são prorrogados por 50 anos, contados de 2023.

A proposta de prorrogação por 50 anos da Zona Franca de Manaus foi aprovada ontem (19) no Plenário da Câmara Federal. Depois de tanta discussão, disputa política regional e de erros cometidos pela relatoria que tratava da proposta da Presidenta da República. Tivemos no dia de ontem a primeira vitória pela prorrogação.

364 deputados votaram favoravelmente. É bom lembrar que esta é a primeira grande batalha vencida, teremos outras. A matéria virá para o Senado da República. Precisamos manter a mobilização e um debate de alto nível em defesa da nossa Zona Franca. Esta vitória é do nosso governo, da Presidenta Dilma, da base aliada e principalmente do povo amazonense que trabalha e desenvolve o Amazonas.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Seminário da CNB/PT Amazonas lança pré-candidatura de João Pedro

O último sábado (22) foi marcado pelo lançamento da pré-candidatura de João Pedro a Câmara dos Deputados. O lançamento ocorreu no seminário da tendência interna Construindo um Novo Brasil do Partido dos Trabalhadores (CNB/PT), no Hotel da Vinci em Manaus. Tendo como tema “A construção coletiva de um projeto popular”, o seminário contou com a presença de 270 lideranças de 20 municípios de toda a região metropolitana e interior do estado.
 
 
 
 
Entre as falas, o evento teve o sociólogo e escritor Wilson Nogueira; a coordenadora da Comissão Pastoral da Terra no Amazonas (CPT-AM), Marta Valéria Cunha; o atual presidente do PT no estado, Valdemir Santana; e o diretor presidente do Instituto de Terras do Amazonas, Wagner Santana.
 
“A presença dessas lideranças representa o desejo da população de sustentar mandatos populares comprometidos com o projeto político que iniciou com o presidente Lula e que se mantém com a atual presidenta Dilma”, afirma João Pedro, que em novembro entregou a presidência do PT no Amazonas e agora se dedicará a sua pré-candidatura.
 
 
 
Além da análise de conjuntura, o seminário teve painel com a contextualização socioeconômica e a importância de mandatos comprometidos com o desenvolvimento sustentável do Amazonas. Compareceram ao evento vereadores, lideranças populares, presidentes sindicais, empresários, entre outros dirigentes partidários de diferentes municípios do estado.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Água: não ao reajuste

O ano nem bem começou – para alguns só começa depois do carnaval – e já nos deparamos com notícias ruins para a população manauara. A Manaus Ambiental solicitou e a Agência que regula o serviço de água e esgoto, Arsam, autorizou reajuste de 5,52% destes serviços. A concessionária alega que o contrato prevê reajuste anual, mas bota uma viseira sobre as cláusulas que não são cumpridas.
Em síntese, o contrato de concessão diz o seguinte: a concessionária tem que prestar serviço adequado, manter os sistemas de abastecimento de água e esgoto sanitário com padrões de qualidade, bem como atingir metas de cobertura dos serviços prestados. Segundo dados da Arsam, 160 mil residências na cidade de Manaus não possuem serviço de esgoto; além do que, um grande percentual de famílias não desfruta de água encanada e, quando tem, o serviço é interrompido em determinados momentos. Falar de reajuste anual e não oferecer o serviço como recomenda o contrato é inaceitável.
A bola está com o senhor prefeito de Manaus, que tem usado e abusado da publicidade pessoal. A sua indignação manifestada em alguns momentos contra a empresa Manaus Ambiental tem que se transformar em gesto mais concreto em favor dos manauaras e não aceitar o aumento da tarifa de água e esgoto, enquanto a concessionária não cumprir com as metas estabelecidas no contrato de concessão e a tarifa social seja implementada.
Alguns parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT) ingressaram no Ministério Público Estadual (MPE) com uma representação pedindo a suspensão desse reajuste abusivo, mas é preciso que a sociedade também se manifeste contra esse tipo de arbitrariedade. Aproveitar esse momento de contestação que se vivencia na sociedade brasileira para cobrar que os serviços públicos em Manaus tenham uma tarifa justa e seja de boa qualidade.
Em vez de fazer marketing despachando de um leito hospitalar, o prefeito da cidade de Manaus poderia fazer um grande gesto ao povo desta cidade, antes do carnaval, e dizer a Manaus Ambiental não ao reajuste.


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Entrevista para "A Crítica"

Presidente do PT-AM critica gestão Artur Neto e minimiza José Melo nas eleições de 2014

Em entrevista ao A CRÍTICA, João Pedro afirma que a prioridade do partido em 2014 é a reeleição da presidente Dilma Rousseff e a duplicação das bancadas da sigla na ALE-AM e na Câmara de Deputados

João Pedro fala sobre alianças, projetos e planos políticos para o próximo ano
João Pedro fala sobre alianças, projetos e planos políticos para o próximo ano (Evandro Seixas)
Prestes a encerrar o seu mandato de presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), João Pedro afirma que se dedicará a dois projetos em 2014: a reeleição da Presidente da República Dilma Rousseff e sua candidatura a uma vaga de deputado federal.
Na entrevista que concedeu para A CRÍTICA, o presidente do PT diz que não está satisfeito com a atual bancada do Amazonas no Congresso Nacional. Por isso será candidato. O petista também faz críticas à administração tucana em Manaus. “O Artur ainda não enfrentou as questões estruturantes”, disse.
Para João Pedro, o Pros terá papel secundário no projeto nacional do PT de reeleger Dilma Rousseff. Por isso, nem conta com o partido comandado pelo vice-governador José Melo como uma aliança possível para 2014. “Eu acho muito difícil o PT ter relação com o Pros (aqui no Amazonas). O quê que é o Pros?”, indaga o petista. A seguir, trechos da entrevista.

Como o partido se prepara para as eleições de 2014?
Temos uma agenda grande em 2014: a reeleição da presidente Dilma (Rousseff) e a eleição estadual, que tem que fortalecer o projeto para aumentar o número de deputados estaduais. Temos dois deputados estaduais, queremos dobrar isso. Temos o companheiro Praciano como deputado federal, por que não dobrar também? O processo eleitoral de 2014 ainda está indefinido até agora, mas sabemos da importância do PT nele. Primeiro que o partido tem credibilidade, é o partido da presidente Dilma e do presidente Lula. Tem um bom tempo de rádio e televisão, e está organizado no Estado todo.  Não descarto discutirmos composição majoritária.

Como?
O PT pode discutir o (candidato para o) Senado, o candidato a vice-governador. Praticamente não temos uma candidatura para o Governo do Amazonas. Não preparamos uma candidatura. Mas podemos discutir essa composição de vice e para o Senado. Não descarto isso. Podemos fazer um bom debate sobre essa composição. Mas isso vai se dá mesmo na virada do ano e no início de 2014.

E as alianças?
O que o PT tem é uma linha com o PMDB. Na verdade temos uma base grande de 12 partidos. A novidade é a saída do PSB. Esse é um quadro novo. Mas é uma base ampla. Onde não tem nenhuma definição. Acho que para fevereiro ou março (de 2014) o cenário estará mais definitivo.

O Pros é uma possibilidade de aliança?
Não temos nenhuma relação com o Pros. Zero. É um partido novo, com lideranças nacionais falando de apoio à Dilma. Eu acho muito difícil o PT ter relação com o Pros (no Amazonas). O quê que é o Pros? Não vamos brincar de eleições. Se é verdade que não temos candidatura no Estado, é verdade que temos candidatura com a Dilma. Não estamos brincando. Se não temos candidatura do PT para o Estado, vamos colocar o partido para fortalecer o projeto nacional, o principal projeto nosso. O Pros foi articulado agora. Em cima da hora. Temos uma relação com o Omar, com o PSD, com o PMDB. O Pros joga um papel importante, mas secundário.

O PT vai articular a 1ª suplência de Omar Aziz para o Senado?
O PT tem que discutir o quadro majoritário. Vejo a candidatura a vice-governador mais importante que uma suplência. Mas não descarto nem a própria vaga para o Senado. De repente Omar não sai, por que não o PT disputar? Mas se tiver que discutir a suplência, está valendo. Eu fui suplente do Alfredo (Nascimento) e fiquei cinco anos no Senado. Mas temos que olhar a prioridade das prioridades.

Qual a importância do Amazonino Mendes no processo eleitoral de 2014?
O PT nunca teve uma história de relação com o Amazonino.

O PT comandou duas secretarias na gestão dele na Prefeitura de Manaus?
Algumas pessoas apareceram na gestão. Mas a relação é diferente com o PMDB, de relação política. Com o Amazonino nunca houve. Como ele virou prefeito, ele se aproximou do presidente Lula porque foi para o PTB. Mas começou a ter mais relação com Brasília do que conosco. E parece que ele nunca teve interesse em ter relação com as lideranças do PT aqui no Estado. Mas ele compõe a base. É do PDT. Tem influência no Estado. Penso que ele agrega. Tem força. Mas é um político conservador. Na minha opinião, ele é ultrapassado como gestor. Como prefeito fez uma gestão medíocre. Agora dizer que morreu e não tem voto, não. Ele nem morreu e nem deixou de ter voto.

E a gestão de Artur Neto?
O Artur é prefeito após uma gestão desastrosa, que nada fez. O Artur está jogando asfalto nas ruas do Centro e ganha repercussão por conta disso. Para mim é muito pouco, por conta dos recursos que a cidade tem e da geopolítica que joga a capital. Para mim ele está concluindo um ano e faz muito pouco. Principalmente pelo Centro. Manaus continua sem água. Então, as questões estruturantes o Artur ainda não enfrentou. Agora ele consegue ser melhor que o Amazonino? Consegue. Porque não poderia ser pior.

O senhor será candidato?
Coloco-me na condição de pré-candidato a deputado federal. Estou muito determinado para isso. Nós precisamos ter mais uma vaga do PT. Mas isso não é fácil porque a eleição está muito marcada pelo poder econômico. Eu pretendo disputar a eleição mostrando a minha vida pública. Quero ganhar um tênis do Papai Noel nesse ano e percorrer todo o Amazonas.

O Praciano tem interesse em disputar o Senado. O que o senhor acha?
Ele tem potencial. É um nome já testado. Tem condição de disputar. Vamos conversar com ele. Ele está disponível. Mas no PT tem que discutir todo mundo. Todas as correntes e lideranças. Com o Praciano candidato ao Senado ou não, eu sou candidato.

O senhor está satisfeito com a representação do Amazonas no Congresso?
Claro que não. Vou para a disputa. A sociedade tem que avaliar. Nós temos uma representação no Congresso Nacional? É isso mesmo? O Amazonas, agora em 2012, ficou mais de 100 dias sem um deputado federal. Houve uma vacância e ficamos mais de 100 dias. Um absurdo. Uma vergonha. Quem assumiria ficou dizendo que não queria. O Estado fica sem representação e a luta lá é muito desigual.

Como o senhor avalia o movimento do PSD e do Pros de isolar o PMDB no Amazonas?
Tem um movimento muito rasteiro, baixo nisso. O PT não tem que entrar nisso. Temos que buscar o melhor na política. Eu não entro nesse tipo de articulação. Esse tipo de movimentação é pequena, sacana.

sábado, 26 de outubro de 2013

Manaus: 344 anos

Há um trecho de uma música que diz o seguinte: “toda cidade parece pequena se comparada a um país, mas é na minha, na sua cidade que se começa a ser feliz”. Manaus completou 344 anos nessa quinta-feira e precisamos evidentemente comemorar, mas precisamos, também, refletir se o modelo que tem orientado a construção desta cidade tem propiciado uma vida feliz para a maioria de seus habitantes. Alguns indicadores apontam que sim, outros não.
Manaus está localizada no centro da maior floresta tropical do mundo, sua geografia propicia grande potencial em ecoturismo e, segundo dados do Ministério do Turismo, é a décima cidade com maior destino de turistas. Esse dado é importante para criar um pólo de geração de empregos em alternativa ao Pólo Industrial de Manaus (PIM).
Outro fator importante desta cidade é sua beleza paisagística que serve de opção de lazer a sua população. Por exemplo, a Ponta Negra que tem servido de lazer para parcela significativa dos manauaras nos fins de semana; O Parque do Mindu, com 42,04 de hectares de biodiversidade no coração de Manaus tem sido outra opção, temos o Puraquequara, com enorme potencial de lazer popular, enfim há muitas opções para o entretenimento em Manaus que precisam ser exploradas.
Com suas belezas naturais em destaque, Manaus cresceu e se desenvolveu com enormes contrastes. Segundo dados do Último Censo do IBGE, Manaus tem quase dois milhões de habitantes e os serviços públicos oferecidos pelo poder local deixam muito a desejar. São os constantes transportes públicos com lotação acima do normal, as enormes filas para atendimento médico, a crônica falta de água em bairros populares, o trânsito congestionado, entre outros problemas, que por falta de planejamento para cidade vão se perpetuando.
Portanto, nesses 344 anos de existência, que a cidade nominada em homenagem a nação indígena manaós, possa fazer a festa de comemoração, mas também possa fazer uma profunda reflexão da cidade que temos e que queremos para a felicidade de seu povo.
Foto: www.viajarpelomundo.com.br

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Manaus 344


Fotos de Manaus do site viajeaqui.abril.com.br:



sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O Governo Federal investe no Amazonas

Nesta quinta-feira (3) a ministra Ideli Salvatti esteve em Manaus para a abertura do Encontro Estadual de Prefeitos e Prefeitas do Amazonas e visitação às obras financiadas com investimentos do Governo Federal.

A ministra visitou o aeroporto Eduardo Gomes. Construído em 1976, só agora o aeroporto da capital do Amazonas terá uma reforma estruturante.

Quinhentos milhões de reais investidos para o aeroporto de Manaus

O Governo Federal está expandindo a Avenida das Torres. Onze quilômetros com faixa para ônibus.


Expansão da Avenida das Torres

Ideli também visitou a segunda etapa do conjunto habitacional Viver Melhor. O conjunto habitacional só está sendo possível por meio dos recursos disponibilizados pelo Governo Federal. São R$ 252 milhões em recursos.

Conjunto habitacional Viver Melhor


"Junto com o aeroporto, a avenida e este conjunto, que deve ser o maior do país, totalizamos o investimento de R$ 1,5 bilhão apenas em Manaus".
- Ideli Salvatti







sábado, 22 de junho de 2013

O que dizem as ruas?

Tenho assistido e aplaudido as grandes manifestações que tem ocorrido nesses últimos dias no país. Embora tais protestos tenham se iniciado contra o aumento das tarifas de ônibus e se estendido para outras reivindicações, penso que seja preciso fazer uma avaliação para entender as reais motivações que tem levado milhares de jovens às ruas nas grandes cidades brasileiras.
Não podemos negar os enormes problemas que ainda persistem nas grandes metrópoles, tais como de mobilidade urbana, saneamento, falta de espaço de lazer, etc. Só para ilustrar como exemplo, 500 mil pessoas em Manaus convivem com a falta de abastecimento de água. Não resta a menor dúvida que tais fatores são elementos de revolta capaz de mobilizar as pessoas. 
Foto: Agência Senado
Por outro lado, de forma paradoxal, o Brasil tem avançado nas melhorias sociais, conforme tem atestado inúmeras instituições respeitáveis. Nos últimos 10 anos, 40 milhões de brasileiro ascenderam à classe C, segundo a FGV; 20 milhões de empregos com carteira assinada foram gerados, nos informa o IBGE, milhares de jovens entraram na universidade. Então por que a revolta? Uma das razões é que o Brasil é outro, conforme escrevi no artigo anterior. Junto com a melhoria da renda, criaram-se novos consumidores e mais informados, atentos aos seus direitos. Além do que, essas mobilizações só reforçam o avanço da democracia brasileira.
São manifestações legitimas que precisam ser compreendidas e respondidas com o diálogo e não com a truculência, como fez o governo de São Paulo.
Foto: Agência Senado
Nesse momento, a radicalização só interessa àqueles que são contrários em ver o Brasil avançar rumo aos interesses populares. Os mesmos setores midiáticos que sempre criminalizaram as manifestações populares tentam hoje se aproximar (para não dizer se infiltrar) dos mesmos.
Uma lição a se tirar neste momento é que as vozes das ruas têm grande peso para transformar este País. Como bem dizia Renato Russo: “se tua voz tivesse força igual à imensa dor que sentes, teu grito acordaria, não só tua casa, mas a vizinhança inteira”.

Reprodução do post: http://blogs.d24am.com/artigos/2013/06/22/o-que-dizem-as-ruas/

sábado, 13 de abril de 2013

Não cumpriu

Creio, sinceramente, que cem dias seja pouco tempo para fazer uma profunda avaliação de uma gestão municipal, mas pelo que se prometeu na campanha e o que realmente foi feito, até o momento, já é possível predizer o que poderá ser a administração Artur, a prevalecer tal concepção administrativa.
É preciso lembrar algumas propostas do então candidato e atual prefeito de Manaus. Em debate, indagado sobre transportes públicos, disse que não havia necessidade de reajuste da passagem de ônibus, num primeiro momento; sobre o IPTU, reproduzo a frase do candidato: “O Brasil tem carga tributária elevadíssima e eu não quero fazer isso com meus munícipes”; prometeu anular o contrato com a Manaus Ambiental; disse que governaria com transparência e prometeu manter o Leite do Meu Filho, programa da gestão anterior.
Alguém poderia supor que são questões pontuais com o único intuito de fazer crítica ao atual prefeito, no entanto, são questões que atingem frontalmente a vida da maioria dos cidadãos de Manaus e o prefeito poderia ter se empenhado mais para viabilizar essas promessas, mas o que se viu foi a transparência ser transformada em Lei Delegada, o prefeito atender os interesses dos donos de ônibus e elevar a passagem acima da inflação, fazer bravatas com a Manaus Ambiental, reajustar o IPTU e, de forma inexplicável, suspender o Leite do Meu Filho.
Para completar, o prefeito, nos seus primeiros cem dias, se utiliza do marketing e das obras dos outros para se promover. Ocupa os espaços de comunicação para mostrar o que supostamente fez, mas não diz que as obras inauguradas são da gestão passada, além do que, muitas delas com recursos do governo federal, como por exemplo, as creches entregues recentemente.
A atual gestão municipal completa 100 dias demonstrando falta de capacidade de diálogo com o movimento social. O episódio da última quinta-feira, quando os estudantes foram recebidos de forma truculenta pela guarda municipal, revela um viés incompatível com a democracia.

Publicado originalmente no Blog D24am: http://blogs.d24am.com/artigos/2013/04/13/nao-cumpriu/