Nos dias de hoje, muitos garotos quando pegam uma bola já sonham jogar em um grande time, de preferência europeu, onde as chances de ganhar dinheiro são maiores. O futebol arte, que nos caracterizava, está um pouco esquecido, o que importa é resultado, e os “olheiros”. No último final de semana fez 30 anos de morte daquele que personificou o futebol como arte:
Manuel Francisco dos Santos, conhecido por Mané
Garrincha. Quem o assistiu jogar, percebia uma alegria contagiante que
atingia a todos, mesmos os adversários.
O “anjo das pernas tortas”, como também era conhecido, nasceu na
cidade de Pau Grande, no Rio de Janeiro, região conhecida pela
existência de aves bastante inquietas, chamadas garrichas. Embora
nascido em terra brasileira, Garrincha foi um cidadão do mundo, pois
proporcionou não só alegria a torcida do Botafogo, mas a todas as
pessoas que apreciavam a arte do futebol, mundo a fora. O jeito
irreverente, descontraído e alegre de jogar dava prazer em assistir,
inclusive para os adversários. A isto o poeta sintetizou: “Garrincha
fazia a bola sorrir”.
Não é a toa que este brasileiro foi adjetivado de “A alegria do povo”, pois duas conquistas de Copa do Mundo pela Seleção Brasileira tiveram participação, fundamental, desse gênio do futebol. Em 1958, na Suécia, saímos perdendo, mas no final, graças à maestria deste brasileiro ganhamos o mundial. Em 1962, novamente brilhara a sua estrela, mesmo jogando febril, deu ao Brasil o bicampeonato mundial de futebol. Ainda, em 62 fez a torcida alvinegra vibrar com o bicampeonato carioca.
Todos seus adversários eram tratados de “joões”, não em sentido pejorativo ou de arrogância, mas porque não os diferençava, fosse de grande time ou de pequeno. Todos eram enfrentados da mesma forma e superados. O único adversário a derrotá-lo foi o alcoolismo que o levou há 30 anos, mas que sua arte de jogar futebol se eternizou para quem, ainda, aprecia este estilo, que deveria servir de exemplo aos nossos garotos boleiros.
Não é a toa que este brasileiro foi adjetivado de “A alegria do povo”, pois duas conquistas de Copa do Mundo pela Seleção Brasileira tiveram participação, fundamental, desse gênio do futebol. Em 1958, na Suécia, saímos perdendo, mas no final, graças à maestria deste brasileiro ganhamos o mundial. Em 1962, novamente brilhara a sua estrela, mesmo jogando febril, deu ao Brasil o bicampeonato mundial de futebol. Ainda, em 62 fez a torcida alvinegra vibrar com o bicampeonato carioca.
Todos seus adversários eram tratados de “joões”, não em sentido pejorativo ou de arrogância, mas porque não os diferençava, fosse de grande time ou de pequeno. Todos eram enfrentados da mesma forma e superados. O único adversário a derrotá-lo foi o alcoolismo que o levou há 30 anos, mas que sua arte de jogar futebol se eternizou para quem, ainda, aprecia este estilo, que deveria servir de exemplo aos nossos garotos boleiros.
Publicado originalmente no blog D24am: blogs.d24am.com/artigos/2013/01/26/a-alegria-do-povo/